Últimos posts

    QUAIS SÃO OS TIPOS DE EPI’S? PARTE II

    Neste post, aprofundamos a importância dos EPIs na proteção dos trabalhadores em diferentes ambientes. Garantir o uso correto dos EPIs é essencial para a segurança e bem-estar no trabalho.

    Adesão ao Uso de EPIs x Acidentes de Trabalho Fatais: A Realidade que Precisamos Enfrentar

    Adesão ao Uso de EPIs x Acidentes de Trabalho Fatais: A Realidade que Precisamos Enfrentar

    A segurança no trabalho é uma questão essencial para empresas de todos os setores. No entanto, apesar da sua importância, o Brasil ainda enfrenta números alarmantes quando se trata de acidentes de trabalho fatais. Por que isso acontece? E qual o papel da adesão ao uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) nessa realidade?


    Os números que não podemos ignorar

    O Brasil é o 4º país no mundo com mais acidentes de trabalho fatais. Entre 2012 e 2022, mais de 21 mil vidas foram perdidas em acidentes relacionados ao trabalho. Paralelamente, apenas 25% dos trabalhadores brasileiros utilizam EPIs regularmente.

    Essa desconexão entre a oferta e o uso eficaz de EPIs levanta uma questão preocupante: será que estamos realmente priorizando a prevenção ou apenas lidando com as consequências?


    Por que os EPIs não são usados?

    Embora o mercado de EPIs movimente bilhões de reais todos os anos, o uso dos equipamentos ainda enfrenta resistência. Entre os principais motivos estão:

    • Desconforto ou inadequação: Muitos trabalhadores relatam que os equipamentos são desconfortáveis ​​ou mal adaptados às suas atividades.
    • Falta de conscientização: Muitos não entendem a gravidade dos riscos que correm sem os EPIs.
    • Corte de custos: Algumas empresas priorizam economias de curto prazo, negligenciando a qualidade dos equipamentos ou até mesmo sua distribuição.

    Esses fatores resultam em ambientes de trabalho mais perigosos e prejudicados diretamente para os índices de acidentes fatais.


    A Relação entre Prevenção e Produtividade

    Investir em EPIs de qualidade não é apenas uma exigência legal; é uma estratégia para proteger vidas e melhorar os resultados do negócio. Quando um trabalhador se sente seguro, ele trabalha melhor, com mais confiança e produtividade.

    Além disso, a prevenção tem impacto direto na redução de custos:

    • Menos afastamentos.
    • Redução de processos trabalhistas.
    • Melhor engajamento e retenção de talentos.

    Uma empresa que prioriza segurança, construiu uma proteção de cuidado e responsabilidade, valores que também são valorizados no mercado.


    Como mudar essa realidade?

    1. Educar e Conscientizar: Treinamentos regulares e campanhas internas ajudam os trabalhadores a entender os riscos e a importância dos EPIs.
    2. Fornecer Equipamentos de Qualidade: Garantir EPIs que sejam adequados, confortáveis ​​e certificados é essencial.
    3. Parcerias Estratégicas: Trabalhar com fornecedores que oferecem soluções completas, além da venda de produtos, é um diferencial.
    4. Promover a Cultura de Segurança: Quando a segurança faz parte do dia a dia da empresa, ela deixa de ser vista como obrigações e passa a ser uma prática natural.

    Uma Reflexão Final

    Acidentes de trabalho não são apenas números em relatórios; eles representam vidas interrompidas e impactos profundos em famílias, empresas e na sociedade. A solução está em nossas mãos: aumentar a adesão ao uso de EPIs e fortalecer a cultura de prevenção.

    Se quisermos transformar o Brasil em um país mais seguro para os trabalhadores, precisamos começar hoje, com escolhas conscientes e estratégias bem definidas.

    KITS DE LIMPEZA: QUAL VOCÊ PRECISA?

    É sempre importante observar a demanda de limpeza do local a ser higienizado antes de...

    PROTETORES AUDITIVOS: AS MELHORES OPÇÕES PARA PROTEGER OS TRABALHADORES

    60DB é o volume de uma conversa normal. Barulhos acima de 70DB, por exemplo, são considerados incômodos, mas não prejudiciais ao aparelho auditivo. Quaisquer barulhos acima de 80DB já são considerados nocivos à saúde.

    BOTINAS DE MONODENSIDADE E BIDENSIDADE

    Locais onde não há risco de escorregões ou de queda de objetos sobre os pés não exigem mais do que um calçado ocupacional básico. Por outro lado, ambientes onde tais riscos estão presentes podem exigir uma miríade de EPI’s diferentes.

    Inscreva-se

    [mc4wp_form id="517"]

    Não enviamos spam.

    Inscreva-se

    [mc4wp_form id="517"]

    Não enviamos spam.